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Governo sai em defesa de Anielle Franco e divulga nota reforçando tese do “racismo ambiental”

  • Clipping Vitae
  • 19 de jan. de 2024
  • 1 min de leitura

Um dia depois do ministro Silvio Almeida, dos Direitos Humanos, sair em defesa da ministra Anielle Franco, da Igualdade Racial, por associar a tragédia das fortes chuvas no Rio de Janeiro a “efeitos de racismo ambiental e climático”, o próprio governo decidiu vir a público justificar a tese da aliada.

Em um longo texto publicado no site da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), o governo busca explicar “o que é racismo ambiental” e de que forma isso supostamente “impacta populações mais vulneráveis”.

"A declaração da ministra da Igualdade Racial foi foco de diversas reações, algumas com objetivos de desinformação sobre o termo ‘racismo ambiental’", justifica o governo ao defender a tese da ministra (veja na íntegra).

O texto rememora uma expressão criada pelo químico estadunidense Benjamin Franklin Chavis Jr. na década de 1980 com uma análise da pensadora negra brasileira Tania Pacheco. A tese fala de impactos do “racismo ambiental” em favelas, comunidades indígenas e quilombolas e elenca medidas para combatê-lo.

“No Brasil, nas cidades e centros urbanos, o racismo ambiental tem um impacto significativo na população que vive em favelas e periferias, onde historicamente tem uma maioria da população negra”, diz trecho do texto.

 
 
 

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