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Justiça nega tirar do ar vídeo que aponta relação de ativista pró-aborto com ONGs

  • Clipping Vitae
  • 16 de nov. de 2023
  • 2 min de leitura

A Justiça negou, pela segunda vez, tirar do ar um vídeo que questiona dados divulgados pela ativista pró-aborto Debora Diniz – fundadora da Anis, Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero. A doutora em Antropologia solicitou a exclusão do conteúdo publicado por uma estudante de 18 anos no mês de setembro, mas teve o pedido negado. Ela, então, entrou com recurso para solicitar novamente a exclusão do conteúdo. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) recebeu a solicitação e indeferiu o novo pedido no dia 8 de novembro. “Reconheço que as palavras dirigidas pela requerida são duras, agressivas, desrespeitosas até”, afirmou a desembargadora Maria Ivatonia Barbosa dos Santos. No entanto, “suas considerações não imputam à requerente a prática de crime, pela pauta que defende”, continuou, citando que se trata de um “embate de duas visões e propostas absolutamente opostas”. No vídeo em discussão, a estudante Giovanna Laranjeira Panichi contrariou estatísticas da Pesquisa Nacional do Aborto e apontou a relação do Instituto Anis com ONGs estrangeiras favoráveis à descriminalização do aborto. A professora não gostou do conteúdo, acionou a Justiça e alegou que Giovanna estaria sugerindo a existência de uma “agenda oculta” por trás de sua atuação profissional. Por isso, solicitou exclusão imediata do conteúdo, além de pedir retratação e uma indenização por danos morais no valor de R$ 50 mil. Resposta da estudante A jovem ainda não se manifestou abertamente a respeito do caso porque o processo corre em segredo de justiça, mas publicou novo vídeo em suas redes sociais e nele apontou quem são os financiadores do aborto no mundo. Ela também salientou, mais uma vez, a sua luta pró-vida. “Tudo é muito claro em relação a essas organizações e fundações, pois o financiamento de ONGs e instituições no mundo inteiro é descarado e exposto publicamente”, disse a estudante. Ela também afirmou que é preciso ter conhecimento a respeito do assunto para, então, “defender bebês indefesos que nada tem a ver com essa agenda satânica e devota ao assassinato de seres humanos no mundo inteiro”.

 
 
 

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