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Por que a Cúpula dos Povos virou palco de ativismo ideológico na COP 30

  • Clipping Vitae
  • 21 de nov. de 2025
  • 1 min de leitura

A Cúpula dos Povos, evento paralelo à COP 30 marcado por forte presença de movimentos de esquerda, terminou neste domingo (16) com um discurso do cacique Raoni Metuktire, que voltou a responsabilizar governos e empresas pelas mudanças climáticas.

Em tom alarmista, Raoni afirmou que há décadas alerta para a destruição ambiental e pediu que participantes “continuem lutando contra aqueles que querem destruir a Terra”, reforçando uma narrativa de confronto político e ideológico.

Durante o encerramento da Cúpula, organizações participantes divulgaram uma carta final que critica as propostas oficiais debatidas na COP 30, classificando-as como “falsas soluções”, e atribui a crise climática exclusivamente ao capitalismo global — tese defendida por setores alinhados ao anticapitalismo.

O documento aponta empresas de mineração, energia, agronegócio, indústria bélica e big techs como responsáveis centrais pela emergência climática, defendendo medidas como ampliação da demarcação de terras indígenas, fim dos combustíveis fósseis e taxação de grandes fortunas.

A carta também inclui críticas a Israel e aos Estados Unidos. O texto repudia ações militares norte-americanas na América Latina e acusa Israel de genocídio na Palestina. O evento — que reuniu cerca de 70 mil participantes, principalmente de organizações progressistas — encerrou com um “banquetaço” e apresentações culturais.


 
 
 

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